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segunda-feira, 23 de julho de 2012

COMPOSTAGEM CASEIRA...


Cerca de 60% dos resíduos despejados nos lixões são de origem orgânica, como casca de frutas, restos de alimentos, resíduos vegetais (grama, galhos, folhas, flores) e etc. Todos estes produtos podem ser reutilizados, aumentando a vida útil dos lixões e dando um fim nobre para tais materiais.

A compostagem é um meio fácil, útil, ecológico, econômico e produtivo de reciclar o “lixo” orgânico. Ela consiste na transformação de compostos orgânicos instáveis nãopelas plantas, em matéria orgânica absorvível por elas. Tal produto melhora as propriedades químicas, físicas e biológicas do solo. Quimicamente auxilia na liberação e absorção de nutrientes; fisicamente melhora as propriedades físicas do solo, tornando omenos denso e favorecendo a absorção de água no solo; e biologicamente permite a existência de inúmeros organismos benéficos  no solo, dos quais as plantam são extremamente dependentes.
Existem várias maneiras de se fazer uma composteira, elas variam de acordo com a quantidade de resíduos orgânicos a serem decompostos, disponibilidade de espaço e o local que será instalada a composteira.
Um modelo simples de composteira, utilizando um cesto de lixo. Para isso foi utilizado um cesto, um tubo de PVC e uma tela mosquiteira.  O gasto total foi de aproximadamente 25 reais.
Para que o processo de decomposição ocorra tudo bem, e no final produza a matéria orgânica utilizável (adubo orgânico), quatro fatores são indispensáveis, independentemente da escala, seja ela caseira ou industrial : temperatura, umidade, relação carbono/nitrogênio (C/N) e aeração.
Recortei dois retângulos no cesto e fechei-o com a tela, dessa forma permite-se a aeração do cesto e evita-se a entrada de insetos e outros organismos indesejados.
Devemos fazer vários furos no tubo de PVC e colocá-lo no centro do cesto. Isso proporcionará maior aeração para o processo de compostagem.
A temperatura é um indicador do processo de compostagem, na fase inicial da decomposição, ela deve ficar por volta dos 60ºC, devido à atividade dos microorganismos.  Se a temperatura não se elevar no início da “compostagem” é um sinal de que algo está errado, como falta ou excesso de umidade (muita água na mistura a torna anaeróbica, e pouca água não permite o desenvolvimento dos microorganismos decompositores), relação (C/N) desregulada e/ou falta de oxigênio.
No fundo do cesto deve-se fazer furos para permitir a drenagem do líquido gerado no processo da compostagem, este  pode ser armazenado em um pote para ser utilizado como biofertilizante ou deixá-lo cair diretamente na terra.
A mistura deve apresentar aproximadamente 30 partes de carbono para 1 parte de nitrogênio, tal relação é importante para o funcionamento ideal do metabolismo dos microorganismos. Normalmente os restos de comida, casca de frutos e esterco de galinha são compostos ricos em nitrogênio, já  pó de madeira e palhadas, são materiais ricos em carbono.  No site da embrapa* tem uma lista com a relação  (C/N) de diversos materiais.
Processo de compostagem quase no final. Neste momento acrescentei minhocas na composteira, com intuito de acelerar o processo de decomposição. Tal atividade é recomenda, porém é opcional.
A aeração da mistura é fundamental, sua falta pode acarretar na decomposição anaeróbica (decomposição sem a presença de oxigênio) e consequentemente na não decomposição dos resíduos, produção de gases de mau cheiro e ainda, aatraçãode organismos indesejados (moscas, ratos, etc.).
Pode-se destinar ao processo de compostagem resíduos da cozinha e do jardim. Após depositá-los na composteira, recomenda-se acrescentar sobre elesmateriais ricos em carbono, por exemplo, a serragem e restos de folha, isso além datuarna relação C/N, controla também o excesso de umidade epermite a aeração da mistura.
A composteira exige alguns cuidados simples, como: a verificação da temperatura, umidade, presença de odores ruins e organismos indesejados.
No final do processo de decomposição, que leva de 2 a 3 meses, temos um material de coloração escura, com odor de mofo e terra molhada. Este material final pode ser utilizado para adubação de pomares, jardins, vasos, etc.
Composto praticamente pronto. Verificamos que ele apresenta coloração escura e não sentimos  odor desagradável. Esta pronto para ser utilizado como adubo. orgânico.
Ao construir uma composteira caseira, estamos contribuindo para questões de ordem econômica, ambiental e de saúde pública. Economicamente é favorável, pois aumenta a vida útil dos aterros sanitários, diminui o transporte de resíduos, gera adubo orgânico, otimiza-se o aproveitamento de outros resíduos ( metais, plásticos, vidro, etc.). Ambientalmente contribui devido à diminuição da produção de gases (metano) e líquidos (chorume) altamente poluentes nos aterros sanitários, por fim, reduz a contaminação dos corpos d’água e solo. E evita-se a proliferação deratos e de outros animais indesejados, colaborando para questões de saúde pública.
Além da atitude de reciclar nossos resíduos orgânicos, devemos também praticar o consumo consciente e evitar desperdícios – o planeta agradece!
Bibliografia

sábado, 21 de julho de 2012

SUSTENTABILIDADE - RECURSOS NATURAIS PARA A SATISFAÇÃO DE TODOS


Todas as cidades tem os seus terrenos baldios..., e Antonina não foge a regra.., é normal até um ponto de vista...

Antonina por ser uma cidade história e de particularidade turística, já deveriam ter tomadas algumas providências quanto a este problema dos terrenos baldios que se estendem por praticamente todos os bairros da cidade. Terrenos cercados ou não, a maioria estão em total abandono pelos seus proprietários, que também em sua maioria já não moram mais na cidade e não fazem questão alguma em construir ou vender... é o simples fato de ter por ter...

Além de deixar esteticamente a cidade feia, estes terrenos abandonados servem de depósitos de lixos onde proliferam ratos, baratas, inclusive mosquito da dengue...

...por este fato e se eleito for, não poderei ficar inerte diante desta situação...

...criarei lei para solucionar este problema. Uma delas é pegar como exemplo de algumas cidades onde foi criada hortas urbanas, estarei discutindo junto a comunidade a possibilidade de ser criada esta horta urbana nestes terrenos baldios, mediante é lógico de um dispositivo onde venha contemplar não somente os que se beneficiarão destes cultivos, como também os proprietários destes terrenos.., concedendo a eles descontos nas taxas de Água e IPTU, desde que os mesmo sejam destinados para tal finalidade...


Com  isso, os benefícios seriam certos, tanto para os proprietários dos terrenos em desuso com os devidos descontos nas faturas...,  além de terem os seus terrenos limpos pelos agricultores urbanos..., como os próprios agricultores que teriam como uma fonte de renda as vendas de seus cultivos..., e a cidade, que estaria visualmente melhor e mais limpa.



Vamos discutir isso?

Mandem-me sugestões!!!

Neuton  Pires

DEFICIÊNCIA FÍSICA - TECNOLOGIA ASSISTIVA


Tecnologia assistiva
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O termo tecnologia assistiva agrupa dispositivostécnicas e processos que podem prover assistência ou reabilitação para pessoas com algum tipo de deficiência.

Descrição
Na nova sociedade da informação tem se falado muito sobre o design universal e a acessibilidade. Para permitir as pessoas com deficiência a ter autonomia, independência foi criado as tecnologias assistivas.

“Tecnologia assistiva são recursos e serviços que visam facilitar o desenvolvimento de atividades diárias por pessoas com deficiência. Procuram aumentar as capacidades funcionais e assim promover a independência e a autonomia de quem as utiliza”. (MELO, 2007, p. 94)

Conforme conceito proposto pelo Comitê de Ajudas Técnicas (CAT) da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República: "Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social" (CAT, Ata da Reunião VII, SDH/PR, 2007).

Os Recursos são todo e qualquer item, equipamento ou parte dele, produto ou sistema fabricado em série ou sob-medida utilizado para aumentar, manter ou melhorar as capacidades funcionais das pessoas com deficiência. Os Serviços, são definidos como aqueles que auxiliam diretamente uma pessoa com deficiência a selecionar, comprar ou usar os recursos acima definidos.

É Qualquer instrumento adaptado como um lápis com um cabo curvado ou mais grosso, ou um teclado adaptadoleitores de tela. Pode ser um artefato rústico ou como os últimos citados programas especiais de computador que visam a acessibilidade.

"Hoje em dia é sabido que as tecnologias da informação e comunicação vem se tornando de forma crescente, importantes instrumentos de nossas cultura e, sua utilização, meio concreto de inclusão e interação no mundo" (LEVY apud BASTOS, 2007, p.30)

No tocante as pessoas com deficiência essas tecnologias de informação e comunicação as TIC's tem contribuido significantemente e tem permitido o acesso ao conhecimento com necessidades especiais independentemente dela qual seja.

Dessa forma busca-se integrar essas pessoas a sociedade, promovendo a inclusão social dessas pessoas . E como Devourny (2007, p. 8) menciona a importância dosprofissionais em ajudar os deficientes na superação das barreiras ao acesso a informação e ao conhecimento, para contribuir e reduzir o preconceito social e promover maior integração das pessoas com deficiência.
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Referências
  • BASTOS, Maria Inês de Souza Ribeiro. Inclusão digital e social de pessoas com deficiência: textos de referência para monitores de telecentros . Brasília, DF: UNESCO, 2007.
  • GALVÃO FILHO, Teófilo. A Tecnologia Assistiva: de que se trata? In: MACHADO, G. J. C.; SOBRAL, M. N. (Orgs.). Conexões: educação, comunicação, inclusão e interculturalidade. 1 ed. Porto Alegre: Redes Editora, p. 207-235, 2009. (disponível em: <http://www.galvaofilho.net/assistiva.pdf> )
  • GALVÃO FILHO, Teófilo. Tecnologia Assistiva para uma Escola Inclusiva: apropriação, demandas e perspectivas. Tese (Doutorado em Educação) – Universidade Federalda Bahia, Salvador, 2009. (disponível em: <http://www.galvaofilho.net/tese.htm> )
  • PUPO, Deise Tallarico; MELO, Amanda Meincke; PÉREZ FERRÉS, Sofia. Acessibilidade: discurso e prática no cotidiano das bibliotecas . São Paulo, SP: UNICAMP, 2008.
  • BERSCH, Rita. Tecnologia assistiva. [S.l.]. Disponível em: <http://www.assistiva.com.br>.